À DERIVA
20.09.2006
Marina Fama
“Nesta noite funda, fria e sem Deus”.
De dia geme e corre,
De noite finge que dorme.
Camuflando os breus
em vã proteção aos seus.
“Nesta noite funda, fria e sem Deus”,
Invocam-se Proteus, Zeus, Eus.
Num País dos becos, dos nadas,
Das subs, subs, sub-raças em manadas.
Ilude-se de prima, debaixo pra cima
Sem ter, sem saco, sem rima.

Nenhum comentário:
Postar um comentário