domingo, 31 de agosto de 2008

"MINHA MÁQUINA DO MUNDO"

Revoluciona o meu ser
"Tudo ao mesmo tempo, agora"
aguça os meus sentidos
liberta da prisão
o meu eu .

Simples e bela
ao menor contato ilumina
em cores singelas e em poesias
o pensamento, a imaginação,
o coração, os sonhos
e faz a maior revelação
de todos os tempos:

"sua sina é chegar à perfeição.
Você tem milhões de possibilidades,
muito além da oitava visão.
Você é um em todos e todos em um,
num campo magnético consonante-dissonante,
em constante transformação
rumo à harmonia plena."

E diz ainda - a ''máquina do mundo" -

"quando chegar a hora, virarás um poema."

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Introdução às " Trans-pirações ".

Foi efetivamente nos debates do "tudo ao mesmo tempo agora" que me encontrei achada. Um chamado, ao construir a " minha máquina do tempo" !(rs) .

Por isso, isto: Homenagens.

À minha irmã, que pensa e respira poesia: Antonia Fama(dela compusemos e compomos, "músicas");

Ao mestre-incitador do "Tudo ao mesmo tempo agora", Fabiano Calixto;
Ao provocador, Carlos Savasini;
Ao ilustre professor, Marcelo Tápia;
A outros não menos importantes mestres, que me orientaram e ainda orientam, contando-me histórias dos poetas, dos poemas, das prosas, dos poemas em prosa e de toda a poesia;

Aos amigos e mestres por intermédio da música:


Em história da música popular brasileira e as demais, do Brasil, o jornalista André Domingues;
Na parceria musical, Malungo;
Amigos músicos de várias regiões do Brasil, que me influenciaram e influenciam na minha paixão número um(música). Se é que se pode separar alguns gêneros musicais da poesia?!

Portanto, música-poética ou poesia-musical, como queiram, é com o que me identifico.

Aos que acham que quem compõe música é apenas letrista e não poeta, tudo bem!

Desde que possamos compartilhar o universo poético, democraticamente, com ou sem academia literária. Da periferia à Av. Paulista. Deixando de lado as vaidades, com suas comparações ensimesmadas.

À Casa das Rosas.

Aos idealizadores(não citados aqui), aos 
bravos e inúmeros executores-conquistadores da Casa, ao poeta e diretor, Frederico Barbosa e aos demais: Doni, Rodrigo, Elisa e outros importantes colaboradores, entre eles Eduardo Lacerda, elevando-a ao status de vanguarda cultural de "Sampa", influenciando o interior do estado e o Brasil.

Aos colegas do "Tudo ao mesmo tempo agora";
Aos dos "Rascunhos Poéticos";
Aos amigos, amigas e mestras(Ana Roxo/Daniela Evelise, Paula Chagas), dos cursos de teatro, respectivamente: interpretação e dramaturgia;
Especial a singular intérprete de minhas e de suas próprias poesias, em saraus: Neusa Pommer;


Finalmente, aos blogueiros destemidos que aprimoram a liberdade de expressão, sem fórmulas ou pré-requisitos(ou com todos eles), dizendo o que desejam, bem ou mal, algo relevante ou apenas dizendo por dizer, exercitando a linguagem poética "que se diz que não serve pra nada, mas, que é necessária, é!"

Pois, comprovadamente, toda e qualquer civilização pratica a linguagem poética, academicamente ou não (estudada ou "bem-corrida"!) nas suas variadas formas: escrita, falada, contada, cantada, imaginada, fotografada, audiovisualizada e o que mais a arte de inventar, acrescentar.

E por que não um pouco de romantismo: ao meu "amor".

É isso.

Assim, inicio este blog.
Marina Fama