quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Recordando a recordação

                                                                   Só recordando .

Não, não estou insensível à pandemia.
Pelo contrário, estou em isolamento rigoroso.
Tão, que já estou injuriada.
Mas, a esperança não pode morrer.
Torço, dedos cruzados, preces ao universo...
que aprendamos a lição.
(marina fama)


 

domingo, 21 de fevereiro de 2021

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Selda Roldan - In Memoriam

 


link:https://www.casadasrosas.org.br/noticias/nota-de-falecimento--selda-roldan

Parabéns Poeta Frederico Barbosa


ou 

 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Relevante - Hannah Arendt


 

ps. extraído da página Leituras Livres do Facebook.

sábado, 13 de fevereiro de 2021

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Bertolt Brecht - Nasceu em 10 de fevereiro de 1898 - Poema “O analfabeto político”

O poema é refresco diante do atual orgulho em destilar ódio, preconceito, propagar fake news, ser contra a vacina, contra o uso de máscara e tantos outros absurdos.(mf)

Grande mestre do Teatro, da Poesia e da Política:
Nasceu em 10 de fevereiro de 1898 e morreu em 14 de agosto de 1956(58anos).

O analfabeto político

O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, não participa
dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha
do aluguel, do sapato e do remédio
depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil que da sua ignorância
nasce a prostituta, o menor abandonado,
o assaltante e o pior de todos os bandidos
que é o político vigarista, pilantra, corrupto
e lacaio dos exploradores do povo.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Indagações: um paralelo diante do horror atual

Nossa, sem querer me deparei com um vídeo e o relato de um brasileiro  sobrevivente de Auschwitz,  que descreve os horrores do campo de concentração. Depois veio o silêncio e o sentimento profundo, uma sacudida na alma. E a gratidão pela vida. Pela liberdade. Como ele diz: o valor a "todas as vidas"(não só a humana). 

Vieram também as indagações e paralelos ao momento atual, os descasos com a pandemia. 

Será que há muita diferença com esse horror? 

Por exemplo:

-deixar pessoas morrerem sem oxigênio em Manaus? 

-famílias voltando ao mapa da fome, ou seja, morrendo de fome em números já superados?  

-o poder público municipal colocando pedras sob um viaduto em São Paulo, capital, para não servir de abrigo a moradores de rua(que aumentaram na pandemia, consideravelmente)? 

Diante de tantas situações deprimentes e de retrocessos por todo o país, não podemos normalizar o horror!  

Como disse o brasileiro sobrevivente: temos de valorizar "todas as vidas"(todo o ecossistema)!

(MF)

Link do vídeo:

https://m.youtube.com/watch?v=q0ULzaJtuec


domingo, 7 de fevereiro de 2021

Fim de semana em distanciamento social na pandemia



O sagrado:
 presente sempre.
Dentro e fora da pandemia.
Ou, melhor, não há fora.

Não há separação.

Tudo É. 

É Tudo.

mf
 

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Será que foi o autor da frase?

MacLuhan

"Os homens criam as ferramentas e as ferramentas recriam o homem."

"Ao que tudo indica, na verdade, a frase foi proferida por John Culkin, então padre jesuíta que foi colega de McLuhan em Harvard. Tornaram-se amigos, inclusive, devido ao interesse comum pelos estudos de mídia, como relembra Kate Muddy, do Center for Media Literacy..."

https://www.viniciusghise.com.br/blog/homens-criam-ferramentas-ferramentas-recriam-homens/

"No Santuário da Alma" - Paramahansa Yogananda