sábado, 25 de novembro de 2017

“Todos querem ter razão e a lua falta uma banda”



“Todos querem ter razão e a lua falta uma banda”
Esse ditado popular ilustra bem que não existe uma Verdade absoluta, eterna, e que as coisas nem sempre são o que parece ser.
Há mais de 2 mil anos, Heráclito, um filósofo grego, já dizia que a realidade é dinâmica, que tudo é um fluir como as águas de um rio.
A ciência moderna tem demonstrado que a essência da matéria é calcada na ambivalência e na incerteza, opondo-se à visão newtoniana de que tudo era previsível.
Para explicar aos seus alunos que a descrição da realidade é sempre incompleta, Bertrand Husserl, o pai da fenomenologia, lançava mão de um cubo mostrando que de qualquer ângulo que o olhasse, um de seus lados estaria sempre oculto.

ps.:extraído da página "Assunto Bom", do Facebook. 

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Conectar-se ao sagrado:




a experiência é de cada um.

Tive uma bem incrível...

demais...

só vou dizer que

é essencial, mesmo!

Sem, dá margem ao abismo.


Com, eleva ao centro da plenitude.

marina fama

Gaivota voa no azul minuto de sol do dia nublado!

marina fama

sábado, 18 de novembro de 2017

terça-feira, 14 de novembro de 2017

ASSUNTO RELEVANTÍSSIMO: Na quarta-feira (8.11.17) parlamentares aprovaram em comissão especial da Câmara a PEC 181/2015, que torna crime o aborto até mesmo em casos de violência sexual.

Eles decidiram retroceder em casos já superados pelo STF, sem consultar as cidadãs diretamente atingidas e nem a realidade( mortes de mulheres em clínicas clandestinas e, pior, criminalizar quem sofreu violência). É bom saber quem são estes "santos do pau oco".

Saiba o que o The Intercept Brasil apurou:

QUEM SÃO OS 18 HOMENS QUE QUEREM LEGISLAR SOBRE O CORPO DAS MULHERES:

https://theintercept.com/2017/11/10/quem-sao-os-18-homens-que-querem-legislar-sobre-o-corpo-das-mulheres/



MULHERES MARCHAM CONTRA A PEC QUE PROÍBE ABORTO


https://theintercept.com/2017/11/13/mulheres-marcham-contra-a-pec-que-proibe-aborto/


domingo, 12 de novembro de 2017

"Tupiniquim!!!"





Quer desqualificar ou xingar,
use um palavrão
e
não um elogio!


marina fama

sábado, 11 de novembro de 2017

Já que estou falando da Casa das Rosas: ela tem um banheiro verde e um rosa.





marina fama

Muito provavelmente, o dia 10 de novembro de vários anos até 2013, em que se misturam as agradáveis lembranças da Casa das Rosas.

Quintal da Casa das Rosas:

não sei o nome desta planta, 
apelidei-a de "Nemo".




Vitraux na escada principal da Casa das Rosas:


Exposições:





o caminho do sótão,
hoje, está sob nova direção:















 
continuando... exposições:






















Selfie com o Haroldo de Campos.




marina fama

domingo, 5 de novembro de 2017

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

SATYRIANAS 2017

Dica:
Leve dinheiro (não aceita cartão) para comprar livro relacionado ao teatro, por apenas 10 reais (não sei se em todos os espaços do festival estão vendendo por esse preço). 




Pague o quanto "puder".


Ontem, vi a cena:
ps. post extraído da publicação no Facebook do CDC(Centro de Dramaturgia Contemporânea) por Paula Autran.


Críticas DRAMAMIX, Qui, 02/11

pode ver no link e transcritas abaixo:

http://www.satyrianas.com.br/criticas-dramamix-qui-0211/

_Aqui não é o Lugar Certo
 Direção: Vanessa Bruno
Elenco: Antoniela Canto e Gabriela Fortanell
Texto: Paula Autran
Praça Roosevelt – SP Escola de Teatro – Dramamix – SP
O mesmo segredo organiza as duas instâncias que definem a situação. Um possível acidente e uma possível enredação romântica tornam a cena porosa em todas as direções. As duas “viúvas” de alguma situação por nós desconhecida, de forma antagônica, estabelecem Tchecoviana atmosfera. Talvez um som de mar seja aquilo que nos conecte ao além-mar das interpretações. O peso da dupla de atrizes empresta novas configurações ao drama e estabelece uma poderosa primeira cena já começada em terreno agudo. A intensidade dos olhares elabora contornos aos diálogos e é aqui o lugar onde a montagem melhor acontece. Quando as possibilidades da trama encontram os acertos das interpretações, quando o peso das imagens esbarram na energia das possibilidades sugeridas. Engajadas em uma interpretação quase cinematográfica, as duas atrizes tornam-se a primeira camada da cena e o texto encontra aqui a sua mais importante função – possibilitar atmosferas de jogo e, não sem demarcar seu terreno, oferecer sua carga de situações. As palavras armam o ringue para os dois arquétipos que disputam a autoria de um passado enigmático e controverso. Sinto falta e sugiro, para maior complexidade da cena, um efeito menos cronológico ou novas e outras formas de exercitar o tempo-espaço da cena. Os procedimentos de montagem poderão sugerir, como no cinema, outras camadas de significado para aquilo que já está, por ora, posto pela lógica da ação. Ainda é preciso driblar a racionalidade.
por Marcio Tito
Ao construir estratégias para uma dramaturgia que se propõe próxima ao real,sejam quais os forem os níveis dessa aproximação, sobretudo se pelo diálogo, duas são as possibilidades essenciais: trazer pela palavra o desvelar narrativo ou a revelação das personagens que sustentam a narrativa. De todo modo, a palavra implica em compor por si mesma a ação de deslocamento ao desenho das personas e das ações. O modelo parece simples, mas não o é. Requer a perspicácia de não antecipar fatos ou traços, o que desmontaria o interesse de modo irrecuperável. Aqui não é um lugar certo supera os obstáculos mais complexos e conquista espaço em ambas as condições, ainda que a cena seja demasiadamente curta para tanto deslocamento narrativo. De todo modo, frase a frase, o enredo surge na mesma intensidade das duas mulheres, sem que um mecanismo se sobreponha ao outro, escapando, assim, da artificialização óbvia de gerar impactos. Ao ser mais sobre o que não é dito do que sobre o diálogo exposto, produz o efeito desejado de mistério e abertura às possibilidades próprias de cada espectador. Em poucos momentos, as palavras parecem escapar da boca e o ritmo de suas interpretações requer das atrizes dramatização exagerada. Nada que seja suficiente para nos afastar por completamente, é verdade, mas cabe uma lapidação de um pouco mais de silêncios, distâncias, olhares, tentativas, recuos e encontros. Muito disso já está presente na delicada direção de Vanessa Bruno, o que faz acreditar que se continuado a cena pode vir a ser um bom espetáculo. O dilema maior, porém, a ser resolvido é a perspectiva de uma única camada sobre aquilo que a narrativa revela ser seu tema ao final: o abuso e violência contra a mulher. Sem trazer sobreposições inesperadas, acaba por ser afirmação de um discurso que, ainda que urgente, pode ser problematizado no teatro de modo mais inesperado inclusive em seus julgamentos. Para que um tema se torne urgente independentemente de sua validade real é fundamental ser também ao exercício de construção teatral, quando assumirá a qualidade de original às vozes das artistas. É o que importa, ao final: ser radicalmente e além de tudo artistas na maneira de elaborar estéticas e conceitos, sistemas cênicos e vocabulários de interpretação. E tudo indica que isso poderá acontecer muito em breve se se permitirem irem além dos próprios objetivos.
por Ruy Filho



marina fama

Simples, mas relevante: como descartar cacos de vidros para evitar que garis e outras pessoas que manuseiam o lixo se cortem.


Como os cacos são grandes
vedei com fita adesiva.







Link do You Tube com o vídeo dos garis de Umuarama:


https://www.youtube.com/watch?v=YEq2QcHcg-0


marina fama

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dia de Finados o som se amplia:

Acordei ouvindo alguém com a tesoura cortando a grama e as algazarras diárias da portaria do prédio como se tivesse festa no salão e, ainda,  juntou aquela voz insuportável, de sempre, de uma moradora que se comunica gritando.

E os mortos em silêncio profundo!

A meteorologia informou que o clima seria firme, aproveitasse...

O tempo...

Éh,  e assim o dia de finados vai sendo corrompido.
se ao menos fosse usado pra passear ...
Tantas coisas a fazer...

Mais gargalhadas, com mais pessoas, que me deram vontade de gritar, repreender...
brigar ?!
rapidamente respondi, não: que os próprios se entendam com os seus e, depois que se forem, incomodem-se ou não se forem esquecidos no dia dos mortos.

(Bah!)

marina fama

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

ÓCIO NECESSÁRIO:




MÚSICA,

TEATRO,

FILME,


EXPOSIÇÃO, 

MUSEU,


POESIA,

SHOW, 


SARAU,

MAR,


RUA,


CIRCO,

LUA,


SOL,


 ENLOUQUECER..



ps.
( PROIBIDOBURRICE ).







marina fama

dE....... rÉ...


A quem se valer
se por debaixo dos escombros 
da hipocrisia
se alastram 
medos, contradições e 
represálias descaradas ?

Ainda que os olhos
arregalados percebam horizontes,
as cabeças pendem ao chão,
amnésias, 
vistas cansadas e turvas

(cegueiras veladas)


Até os mais ousados
se rendem à covardia.

silêncio,
já disse:
já sabia.




marina fama

Tempos de redes mercantis.




Tenho saudade 
de quando 
eu era apenas
 uma pessoa
e não 
um algorítmo.




Tenho saudade 
de quando 
eu era apenas
 uma amiga
e não
 uma consumidora.


marina fama 

Em, 22.10.17, captei e capturei este Azul, na praia do Itararé - São Vicente-SP


Um presente do acaso
neste anoitecer...



marina fama

Viva!!! Sábado, 21.10.17, pela primeira vez, vi as meninas ocuparem o campo do Parque da Aclimação.



marina fama