Marina Fama
musipoesifiloblogando
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Um momento a registrar
|
Olhar
de um amigo
Esse
seu olhar tão manso
no
qual às vezes descanso
‘meu
desgosto e alegria.
Lembra
os tempos de menina,
quando
brincava na esquina
de
ladrões e de mocinhos
_que
se pegavam brincando,
depois
morrendo ou matando,
no
chão rolavam sozinhos.
O
romance se fazia,
quando
então a calmaria,
do
cansaço se instalava.
_cada
um traçava um rumo,
de
nunca perder o prumo,
do
sonho, da fantasia.
Esse
seu olhar tão manso
tão
queixoso...cheio de encanto
era
tudo que queria !
_que
me bota fé no peito
_que
cobre qualquer defeito
incluindo
a covardia:
_de
assumir erro-e-engano;
_negar
direito de pranto,
prá
quem chorar, só sabia...
Esse
seu olhar calado,
parece
um retrato falado
do
que chamo poesia !
_que
de noite me convida
prá
no céu buscar a lua
e
encontrar a estrela-guia...
_que
me vira no avesso
e
guarda todo segredo,
quando
quero ser ouvida...
Esse
seu olhar tão manso,
é
meu perfeito balanço,
_de
“ficar de bem com a Vida ! ”
Antonia Fama
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
poema em prosa depois das festas a real cai de pau nada romântica:
"ESFREGÃO DA DITA DITOSA".
Veio como “ um insight ” aquela vontade de fazer e fiz sem saber o por quê foi agindo envolvendo entre uma e outra música uma e outra sujeira exterminada foi vindo do fundo das entranhas não necessariamente daí um pouco mais acima do meio do peito mais para a esquerda relutou esperneou gemeu suou liberou boa prática convincente pé no chão terapia esfregão: ah “ dita! ” e nem palpita!?
Veio como “ um insight ” aquela vontade de fazer e fiz sem saber o por quê foi agindo envolvendo entre uma e outra música uma e outra sujeira exterminada foi vindo do fundo das entranhas não necessariamente daí um pouco mais acima do meio do peito mais para a esquerda relutou esperneou gemeu suou liberou boa prática convincente pé no chão terapia esfregão: ah “ dita! ” e nem palpita!?
marina fama
Declaração de amor à Sampa:
“quando o apito da fábrica de tecidos vem ferir os meus
ouvidos eu me lembro de você”...
O dia amanhecendo luminoso
escondo meu rosto
por entre as frestas irregulares
onde o sentimento nasceu.
O que me apetece é imaginá-la
como uma seda tecida em ritmo de vida
- vontade e tesão.
Estampa uma S. Paulo de céu azul brilhante
caindo à tarde menos
cortante
ousa criar novos estilos queimando velhas tendências.
Apesar da excessiva labuta em meio ao fretenir das máquinas
à noite chega ofegante sedenta de brindes eróticos de
amores amantes.
marina fama
domingo, 8 de janeiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)



